A REFUNDA O DA HIPNOLOGIA
A hipnologia existe h s culos. Opera. Produz efeitos. Atravessa pr ticas, escolas e tradi es cl nicas em todo o mundo.
Mas at agora - nunca se reconheceu plenamente como disciplina.
Faltava-lhe o que qualquer campo do conhecimento precisa para se sustentar: objeto pr prio, arquitetura conceitual consistente e m todo cl nico derivado dos seus princ pios - n o de empr stimos da psicologia, da medicina ou da neuroci ncia.
A Refunda o da Hipnologia preenche essa lacuna. N o como reforma. N o como atualiza o de t cnica. Como funda o.
A obra vem em dois volumes, e cada um faz o que nenhuma obra do campo havia feito.
O primeiro constr i, passo a passo, a arquitetura que faltava: o transe como fundamento experiencial irredut vel; a sequ ncia transe → hipnose → hipnotismo → Hipnologia como hierarquia de subst ncia, cada n vel com objeto pr prio; os instrumentos reais de interven o e a distin o entre o hipnotista e o hipn logo; a l gica das causas - e por que tratar o sintoma sem alcan ar o substrato , por defini o, insuficiente.
O segundo uma Historiologia: a releitura de dois s culos de tradi o e das culturas do transe no mundo inteiro - do or culo grego possess o ritual, de Mesmer neuroimagem - como uma nica genealogia. A de um fen meno universal que cada poca e cada escola capturaram pela metade, e alojaram no lugar errado. a prova hist rica da anomalia que o primeiro volume diagnostica: um campo que sempre soube operar sem nunca saber o que operava.
Para o profissional, o livro entrega o que faltava: vocabul rio preciso, l gica cl nica coerente e um campo que pode finalmente se reconhecer.
Para o leitor curioso, entrega algo mais raro: um mergulho rigoroso nos mecanismos reais da hipnose - sem misticismo, sem exagero, sem simplifica o.
Escrito com precis o conceitual e prosa que n o recua diante da complexidade, A Refunda o da Hipnologia n o mais um livro sobre t cnica.
o livro que funda o campo como disciplina madura.
O campo que sabia operar sem saber plenamente o que operava pode, agora, saber.