O dilema Shakespeareano - "Ser ou Não Ser" - em nossa incipiente ciência, a Biofísica Ontológica, se transmuta na consciência do "Tornar-se ou Não Tornar-se".
O "Ser" aqui é visto como um "Tornar-se" a decisão de transformar o suporte biológico em um supercondutor da Graça. Em contrapartida, o "Não Ser" é, para nós, o "Não Tornar-se" a escolha pela inércia, o estado de repouso absoluto da massa que recusa o sinal e, por conseguinte, entrega-se à entropia.
Neste diapasão, estabelecemos o postulado: a santidade não é um ornamento moral, mas uma necessidade termodinâmica para o Tornar-se.
Este livro detalha protocolos.