A pessoa que julgamos ser subsiste apenas na nossa pr pria perce o.
Nossos atos, ina es, respostas, sil ncios... As nuances das rela es humanas podem, em simult neo, ter tanto de simples e de complexo. A passagem da mera exist ncia liberta um rasto inevit vel, interpretado de diferente forma por quem
o l .
O tempo vai-se alongando e multiplica uma mir ade de vers es nossas. Esses vultos habitam a hist ria dos demais, com pap is desempenhados entre a mem ria e a marca deixada.
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