Esta publica o se prop e a uma abordagem diferenciada. A obran o pretende tratar apenas dos aspectos conceituais sobre qualidadee seguran a em sa de ou mesmo acredita o.Eram outros tempos. Os conceitos e modelos pr ticos de melhoria da qualidade estavamainda sendo adaptados para o cen rio dos servi os de sa de. Ind strias, empresasde avia o, as que utilizavam ou produziam energia nuclear e outros ramos de atividadesj se benefi ciavam de pr ticas adotadas e aprimoradas desde as d cadas de 1980 e 1990.Na Sa de ainda predominava a ideia, equivocada, de que as pr prias compet ncias dasinstitui es e dos profi ssionais eram sufi cientes para garantir resultados satisfat rios. Umadas l gicas desse entendimento equivocado era a especifi cidade das pr ticas e o dom niodas especialidades atribu das, por exemplo, aos profi ssionais m dicos. Ainda n o haviam todos ou medidas estabelecidas para mensurar a qualidade dos processos assistenciais.Para os processos de gest o j tinham sido adotados alguns indicadores que tratavam especificamente dos aspectos quantitativos dos resultados apresentados pelas organiza esou servi os de sa deEm outros pa ses j se experimentava a utiliza o de crit rios e medidas para avaliar aqualidade dos processos assistenciais. Eram os avan os que delineavam a evolu o e posteriorsedimenta o dos modelos de acredita o para sistemas e servi os de sa de. Criadaem 1951, nos Estados Unidos, a partir da constitui o da Joint Commission on Accreditationof Hospitals (JCAH), a l gica da avalia o baseada em padr es espalhou-se a partirdas d cadas de 1970 e 1980 para diferentes regi es do mundo. O Canad antecedeu essasd cadas, pois participou do movimento de cria o da JCAH nos Estados Unidos e, logo, em 1959, criou seu modelo nacionalFoi um longo caminho at essa experi ncia chegar ao Brasil. No mesmo ano em quefoi criado o Cons rcio Brasileiro de Acredita o (CBA), em 1998, tamb m foi criada aJoint Commission International (JCI) - que o bra o internacional da atual Th e JointCommission, antiga JCAH dos Estados Unidos -, e, em 1999, a Organiza o Nacional deAcredita o (ONA), que trazia uma proposta de um modelo baseado em padr es adaptadospara a realidade nacional.Nesta publica o, uma iniciativa de constituir n o somente referenciais te ricos, que j est o dispon veis em in meras publica essobre o tema, mas, sim, de compor um conjunto de viv ncias e evid ncias de como asmelhorias de qualidade e seguran a podem ser efetivamente implementadas e se constitu remcomo resultados de conformidades frente aos padr es e requisitos dos manuais deacredita o, em especial, os de abrang ncia internacional
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