A Idade M dia continua sendo uma das eras mais marcantes da civiliza o humana. uma poca caracterizada por monarcas ilustres, valentes cavaleiros em armaduras brilhantes e magn fica arquitetura g tica. tamb m uma era caracterizada por atritos fervorosos, barb rie brutal, fomes frequentes, pragas pestilentas e, claro, morte. Alguns dizem que a taxa de mortalidade na poca medieval era como nenhuma outra; com cerca de um ter o de todas as crian as morrendo antes dos 5 anos de idade, era quase um milagre para uma delas viver al m dos 40 anos. Como resultado, o povo medieval passou toda a vida se preparando para a inevitabilidade da morte e da vida ap s a morte, na esperan a de um dia chegar ao reino dos c us. A Igreja Cat lica fez pouco para aliviar o medo do Inferno, um tema comum nos serm es proferidos por padres severos em toda a Europa. O nico caminho infal vel para o c u, eles pregavam, era algu m prometer seu amor eterno e apoio a Deus, com pontos extras dispon veis para as somas e contribui es que se estivesse disposto a doar para a igreja. Naturalmente, o p blico indignado come ou a condenar a Igreja Cat lica por sua corrup o de longa data, e o caos se seguiu. Foi durante esse per odo de tens o tempestuosa que uma lend ria ordem religiosa emergiu. De todos os homens e mulheres cat licos importantes que foram venerados nos ltimos 2.000 anos, um dos homens mais populares e influentes da f tamb m viveu uma das vidas mais singulares. Como o imperador romano Constantino, o Grande, Santo In cio de Loyola (1491-1556) encontrou Deus o mais longe poss vel da igreja; foi durante o servi o militar que ele passou por uma convers o not vel. Cavaleiro espanhol de uma fam lia nobre basca, In cio parecia destinado gl ria militar at ser gravemente ferido em 1521, durante a Batalha de Pamplona. Durante a convalescen a, In cio come ou a ler De Vita Christi, de Ludolph da Sax nia, ap s o qual iniciou uma carreira incans vel a servi o da Igreja Cat lica. Depois de passar v rios anos estudando a f , In cio formou a Companhia de Jesus em 1539 e, como seu Superior Geral, enviou seguidores como mission rios por toda a Europa para criar escolas, col gios e semin rios. Em 27 de setembro de 1540, o Papa Paulo emitiu uma Bula Papal reconhecendo a mais nova ordem religiosa da igreja n o como a Companhia de Jesus, mas como a Sociedade de Jesus. Ainda n o est claro por que ele escolheu mudar o nome. Existem v rias possibilidades. Primeiro, o Papa Paulo pode ter desejado separar o grupo e, por extens o, a Igreja, das mem rias ainda ardentes das Cruzadas. Um dos ataques dirigidos Igreja Cat lica pelos protestantes foi que eles financiaram as muito caras tentativas de reclamar a Terra Santa para os crist os taxando excessivamente os leigos, especialmente atrav s da pr tica da venda de indulg ncias. N o seria bom criar uma ordem religiosa cujo nome lembrasse a qualquer pessoa o passado militar inconstante da Igreja. A nica coisa que est clara que nem o Papa Paulo, nem In cio, jamais pretendeu que os membros da ordem fossem conhecidos como jesu tas. Este termo foi inicialmente dado a eles por seus cr ticos e era um termo depreciativo aplicado queles que passavam muito tempo, na opini o de quem cunhou a frase, falando de Jesus em suas conversas. S anos depois o termo se tornou um apelido popular e aceit vel para a Companhia de Jesus, e os jesu tas permanecem ativos em todo o mundo quase 500 anos depois.
ThriftBooks sells millions of used books at the lowest everyday prices. We personally assess every book's quality and offer rare, out-of-print treasures. We deliver the joy of reading in recyclable packaging with free standard shipping on US orders over $20. ThriftBooks.com. Read more. Spend less.