Caterine dormia profundamente como um anjo. Recuperava energias, para depois se entregar de novo ao amor com seu petit amour. Eram 6 horas da tarde quando acordou. Se ergueu, ficando sentada na cama com ar de quem tinha se perdido. Estava um pouco escuro, mas conseguiu distinguir a silhueta dele que de mansinho se passeava entre o toillete e a sala. Se levantou de mansinho correu e se pendurou de surpresa no pesco o de seu petit Jorge que foi apanhado de surpresa. ------ Oh.. mon amour Humm... beijando-o ardentemente. Ele a pegou ao colo deitou sobre o leito abrindo em seguida as persianas. ------ Sabe que horas s o meu amor? Perguntou . ------ N o Est tarde? ----- Repare, abrindo mais as persianas e a porta da varanda. S o horas de jantar. ------ Jantar? Que horas s o ch ri? ------ Quase sete. Bela dormida heim? Dizia ele sorrindo com felicidade. Tinha conseguido que ela descansasse. ------ Ent o e agora? Qual o programa? Perguntava Caterine. ------ N o sei querida. Ao museu j n o podemos ir, j est fechado. Tem alguma id ia querida? ------ Tenho mon amour. Vamos jantar na Torre Eiffel. D'accord? ------ D'accord Anuiu ele. ------- Ent o vou tomar banho e descemos j , r pido --- dizia ela enquanto se encaminhava para a toillete. Jorge se quedou no sal o sentado no sof e pensando no que iria passar dali a algumas horas. Estava ficando nost lgico. Tamb m ele amava demais aquela mulher, seria muito dif cil aquele dia para ele, deix -la, por n o sabia quanto tempo, tudo dependia dos servi os, iria ser muito duro para ele, mas teria que ser n o havia alternativa. Ela que iria sofrer muito mais, estava implantada naquela cidade com sua vida toda organizada ali, seu trabalho de analista cl nica n o lhe permitia deslocar-se com ele. Ele teria que vir at ela. Estava com seus pensamentos quando apareceu risonha e alegre Caterine, enrolada num roup o de banho de algod o branco, seus cabelos negros longos dependurados. Se sentou em sua perna e o roup o deslizou deixando suas belas pernas sob o olhar cobi oso de Jorge que de imediato a agarrou, beijou, deitou sobre o leito desfazendo-se apressadamente de tudo quanto j tinha vestido e cal ado, entregando-se ao amor louco que seus instintos de macho querido e amado o levavam ao m ximo expoente do prazer... Eles estavam na estrada em dire o a casa... A viatura avan ava e o tr nsito era muito... Caterine se remexeu no seu lugar, ficou incomodada com aquela realidade, se revoltou e pediu, ------- Vamos mudar de assunto, ch ri? O ambiente est a ficar pesado. N o estou gostando. ------- Ok meu amor, desculpa. S o coisas que n o importa, agora o que importa que n s estamos juntos ainda e vamos continuar por muito tempo, mesmo que afastados, estaremos sempre juntos em pensamentos. ------- Isso.. Ch rie. Assim estou gostando mais. Temos que ser fortes e esperar o que o futuro nos reserva. Eu tenho c uns projetos.... ------- Projetos? Que projetos querida? N o importa para agora. Se for ser alguma coisa a longo prazo, e n o me perguntes mais nada. Acho at que j falei demais..... Attention Attention... Regard Devant... ...em frente... Gritava ela... E.. o tempo acabou, n o deu para guinar... E ...oh.. acabava ali aquele amor lindo...
ThriftBooks sells millions of used books at the lowest
everyday prices. We personally assess every book's quality and offer rare, out-of-print treasures. We
deliver the joy of reading in recyclable packaging with free standard shipping on US orders over $15.
ThriftBooks.com. Read more. Spend less.