Os poemas de A.J. Cardiais podemos muito bem dizer que s o livres, leves e soltos, pois eles n o carregam aquela "sisudez" Acad mica. N o t m aquele rigor, aquela preocupa o em ser uma "obra prima". A.J. Cardiais brinca com as palavras. Como ele mesmo diz: "Eu n o domino as palavras, eu brinco com as palavras. N o fa o das pobrezinhas escravas". A.J. faz poemas, como se estivesse expurgando seus sentimentos, sem se importar se s o momentos bons, ruins ou loucos. Ele solta-os (ou prende?) em forma de versos, para a posteridade. Os poemas de A.J. Cardiais, de alguma forma, s o pedradas na cabe a da Sociedade. Ora diretas, ora indiretas. s vezes ele escreve um "poeminha tolo", mas pode ser enquadrado como "crime de dolo", pois proposital. Ele n o usa um avental para fazer poemas. Ele mete a m o na massa e se lambuza. Como disse o poeta Cacaso em uma das suas musicas: "Fa o versos por pirra a e tamb m por precis o". A professora, poeta e escritora Nelmara Cosmo, escreveu (no site Palafraseando), se referindo a A.J.: "Voc tem um estilo s vezes contempor neo, s vezes marginal, s vezes parnasiano, mas sempre original. Cada poeta tem seu estilo e assim vamos fazendo a renova o liter ria".
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