Sentado ao leme de um pequeno gozzo de madeira, de casco azul-escuro, corrige o rumo nas guas do Lago di Como quando um nome sem face o leva para sul, at Ilaria, que l nas cl usulas aquilo que os cl s calam e preferem esconder sob uma sigla.
A trama ro a a m fia, ou apenas a sua sombra, mas o fio submerso que corre por baixo das contas e dos nomes n o une apenas d vidas: une o Fiat 124 do pai, o medo de dizer tudo e as mulheres que amamos quando j n o h maneira de as amar bem.
O leitor far bem em desconfiar do homem que conta esta hist ria. A Ilaria conhece demasiado bem a diferen a entre quem assina, quem manda e quem paga, e come a a perceber que ele tratou o amor como tratava os neg cios: distribuiu a verdade por vers es incompletas, separou o desejo da responsabilidade e confiou que nenhuma mulher exigiria ver o conjunto.
Enquanto segue o dinheiro, as fam lias e os nomes ocultos, ter de decidir, n o se ainda o ama, pergunta f cil e quase in til, mas se deve permanecer onde foi amada apenas na medida exacta em que nunca obrigava um homem a escolher.