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Paperback Histórias de Vidas [Portuguese] Book

ISBN: 1702341038

ISBN13: 9781702341035

Histórias de Vidas [Portuguese]

Hist rias de vida, romance baseado em fatos. Como tal, alguns personagens foram romanceados e alguns fatos s o fict cios. Tudo mesclado com personagens reais e fatos hist ricos. As datas, locais e ambientes descritos, est o o mais pr ximo poss vel da realidade; a saber, do momento da hist ria em que se passa os acontecimentos. Mesmo assim, um romance, n o podendo ser tomado por livro de consulta para fatos, e, ou acontecimentos hist ricos. Marcolino Ferreira, vulgo Chaparral... seu codinome, imaginava que o apelido se referia a um pistoleiro, seu of cio, apesar de n o ter gostado muito do apelido no in cio. Preferia ter um apelido igual ao do Virgulino Ferreira, o Lampi o, de quem era parente. neto de Levino Ferreira, irm o de Virgulino Ferreira... Fiapo II, nascido em 1956, na cidade de Po o da Areia em Alagoas. No come o o apelido vinha de fam lia devido magreza, depois, n o se sabe como entrou para pistolagem, ramo mais lucrativo e respeitado no meio da bandidagem. Da o apelido Fiapo II, porque foi em tiroteio em Po o da Areia, contra 120 soldados do tenente Medeiros mais alguns integrantes da fam lia Quirino, que morreu o famoso cangaceiro do bando de Lampi o, Fiapo I... Cabrob , n o se sabe se o nome, vulgo ou refer ncia a cidade de Cabrob , em Pernambuco, onde nasceu em 1952, embora tenha quem diga que na verdade cearense da Serra do Cox na cidade de Milagres. Se um psiquiatra avaliasse o bando, diria que sem sombra de d vida Cabrob o psicopata com maior grau do transtorno, se que se pode chamar de transtorno, ou se tenha um grau de avalia o... Negro Gato, outro que o vulgo se sobrep s ao nome, natural de Mossor no Rio Grande do Norte, nascido em 1946. Seu o apelido veio devido m sica de Roberto Carlos, lan ada em 1966, "Eu sou um negro gato de arrepiar...". Tinham lhe dado o apelido para sacane -lo, pois n o tinha nada de gato, nem na agilidade do felino, pois era coxo da perna esquerda, devido a um tiro de espingarda, Rossi, calibre 28, recebido ainda na adolesc ncia, quando tentava roubar um bode para matar a fome. Foi o motivo tamb m que o levou para a pistolagem, em 1963. Com dezessete anos mata, em tocaia, um vereador da cidade de Bonfim, na Bahia. pego pela pol cia, mesmo depois de dois dias de interrogat rio base de pau-de-arara e afogamento n o confessou o crime. O negro era bicho homem, segundo o delegado... Murillo Praxedes. Se existe um criador para a criatura, esse o nome. Foi quem lan ou L cio Bala na pistolagem profissional. Dono da fazenda Nova Vida, nas proximidades do munic pio de Jaru, ocupada por integrantes do MST comandados por Z Maria Trindade. L cio Bala escolheu o local da tocaia final, atr s de uma rvore na beira do riacho. Foi para l as 04 horas da manh . Todos do acampamento ainda dormiam. Comprou uma moto, Honda ML, 125cc, boa para andar pelas trilhas. Deixou a moto a 100 m da tocaia, e l ficou das quatro da manh , at o final da tarde, roendo biscoito de maisena e bebendo gua. No hor rio combinado, Z Maria aparece para seu banho di rio. Era dado a boa higiene e talvez tenha morrido por isso. Saiu detr s da rvore, o, sombra ainda tentou sacar uma pistola que trazia na cintura, um bala o de 38 entra no centro da testa, lhe paralisando todos os comandos e empurrando a cabe a junto com o tronco para tr s. Cai com a m o agarrado ao cabo da pistola. Com isso L cio Bala ganha nome na regi o, quem precisava de um pistoleiro, que n o fosse os nordestinos, tinham a op o de L cio Bala.

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