"Ai..........aiiii.......que dor.......nossa........vai logo........aiiiiiiiiii.......". A sinfornia do tiroteiro saudava aquela nova vida, j morta viva, que o mundo puxava para si. A cama com sangue, envolvida pelos movimentos da contra o do corpo de Geni, davam o som ensopado de uma crian a que nascia j sendo afogada pelas mazelas humanas. A puta segurava na cabeceira da cama enquanto urrava a dor do nascimento. O cr nio da crian a parecia estar entalado. O processo era lento. Os segundos pareciam horas de tortura. Para Geni, uma tortura que come ava n o s na dilacera o de seu corpo pelo algoz beb que rasgava seu per neo mas, tamb m, e muito mais, pela tristeza de n o ter uma m o para apertar a sua, ou mesmo, romper com o cord o que j passava para a sua filha o peso da fome, da discrimina o. O suor escorria-lhe por todo o corpo misturando uma sensa o de del rio entre...