Você acha que o brasileiro é incoerente? Este livro mostra que ele é, na verdade, genialmente plástico. Entre leis que não pegam, jeitinhos que funcionam, e um Estado que falha mais do que governa, nasce o verdadeiro protagonista da vida nacional: o homem que se molda sem se quebrar. Este livro revela uma tese instigante: a moral brasileira não é falência ética, mas uma estratégia histórica de sobrevivência simbólica -- uma resposta engenhosa à rigidez de normas que nunca foram feitas para todos. Aqui, você vai descobrir por que a transgressão cotidiana não é sinal de desvio, mas de adaptação. Por que a malandragem não é crime, mas performance. E por que, em vez de obedecer cegamente, o brasileiro prefere negociar com a regra -- e muitas vezes, reescrevê-la. A ética que emerge disso tudo? Não é universal. É relacional, híbrida, situada. A partir de autores como Pierre Bourdieu e Roberto DaMatta, e conceitos como habitus, moral relacional e violência simbólica, esta obra oferece um mergulho profundo e original na alma ética do Brasil. E nos apresenta a figura do malandro não como vilão, mas como símbolo de inteligência social e resistência criativa, alguém que habita o intervalo entre o legal e o legítimo, entre o rito e a regra. Este não é um livro sobre o que falta ao Brasil. É um livro sobre o que sobra: plasticidade, astúcia, improviso e sentido simbólico. Uma obra que desafia certezas, incomoda moralismos e propõe uma nova leitura sobre o modo de existir -- e resistir -- do brasileiro. Porque, talvez, o problema não seja o país do jeitinho, mas quem insiste em não entendê-lo.
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