Memoria y cotidianidad se entrelazan en El Tiempo Sobre los Tejados , de Tanussi Cardoso. El tiempo, que parece no pasar, es como un río que paró en la búsqueda de su mar; es como un pájaro --a veces triste, otras, alegre-- posando sobre los recuerdos. Cada poema es una ventana abierta a la eternidad de las memorias; sus afectos y ausencias se acumulan como hojas secas sobre las tejas. Es una llamada a la contemplación y sus versos se deslizan silenciosamente entre las páginas de la existencia, rebuscando en lo que se quedó por decir y, sobre todo, en lo que aún habita en los rincones del alma. El poeta observa el paso de los días desde un punto elevado e íntimo: los tejados de las casas, metáforas de la memoria, del refugio y de la vida misma. Con sensibilidad y precisión, explora temas como la soledad, los afectos y el silencio de las pequeñas cosas. Se trata de una obra que invita a desacelerar la mirada y reencontrar, en cada mínimo detalle, aquello que el tiempo insiste en transformar o borrar. Es poesía que observa el mundo con delicadeza, pero sin perder la fuerza de sus inquietudes. SOBRE EL AUTOR Tanussi Cardoso (Río de Janeiro, 1946) es poeta, traductor y escritor destacado en la literatura brasileña. Graduado en Periodismo (PUC-RJ) y Derecho (Bennett), se dedica plenamente a la literatura desde su jubilación en el Tribunal de Justicia del Estado de Río de Janeiro. También es crítico, cuentista, traductor y letrista de MPB. El autor tiene obras publicadas en diversos países, como Alemania, Argentina, Bolivia, Chile, Colombia, España, Estados Unidos, Francia, Italia, Japón, México, Portugal, Perú, Uruguay y Rumanía, y sus textos han sido traducidos al inglés, francés, español, italiano, rumano y esperanto. Su poema Sustantivos integra gramáticas y libros didácticos, además de figurar en antologías y publicaciones académicas tanto en Brasil como en el extranjero. * * * * Memória e cotidiano se misturam em O Tempo Sobre Os Telhados, de Tanussi Cardoso. O tempo, que parece não passar, é como um rio que parou na procura de seu mar; é como um pássaro - às vezes triste, outras, alegre - pousando sobre as lembranças. Cada poema é uma janela aberta à eternidade das memórias; seus afetos e ausências se acumulam como folhas secas sobre as telhas. É um chamado à contemplação e seus versos escorrem silenciosamente entre as páginas da existência, vasculhando o que se ficou por dizer, e, principalmente, o que ainda mora nos desvãos da alma. Opoeta observa a passagem dos dias a partir de um ponto elevado e íntimo: os telhados das casas, metáforas da memória, do refúgio e da própria vida. Com sensibilidade e precisão, explora temas como a solidão, os afetos e o silêncio das pequenas coisas. Trata-se de uma obra que convida a desacelerar o olhar e reencontrar, nos mínimos detalhes, aquilo que o tempo insiste em transformar ou apagar. É poesia que observa o mundo com delicadeza, mas sem perder a força de suas inquietações. SOBRE O AUTOR Tanussi Cardoso (Rio de Janeiro, 1946) é poeta, tradutor e escritor de destaque na literatura brasileira. Formado em Jornalismo (PUC-RJ) e Direito (Bennett), dedica-se integralmente à literatura desde sua aposentadoria no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Também é crítico, contista, tradutor e letrista de MPB. O autor tem sua obra publicada em diversos países, incluindo Alemanha, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Portugal, Peru, Uruguai e Romênia; e traduzidos para o inglês, francês, espanhol, italiano, romeno e esperanto. Seu poema Substantivos integra gramáticas e livros didáticos, além de figurar em antologias e publicações acadêmicas no Brasil e no exterior.
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