Considerado como a mais eficaz defesa do cristianismo clássico, na assim chamada "controvérsia modernista-fundamentalista", o livro "Cristianismo e Liberalismo", de J. Gresham Machen, sugere com ousadia que o protestantismo liberal não era um mero tipo de cristianismo diferente, mas totalmente uma outra religião. Essa é a razão do seu título provocativo. Dificilmente poderia se dizer que o próprio Machen era a caricatura de um "fundamentalista". Filho de uma distinta família de Baltimore foi educado em algumas das melhores universidades americanas e europeias. Partilhou com Karl Barth e Rudolf Bultmann, entre outros, do prestígio de ter sido aluno do teólogo liberal Wilhelm Herrman. Machen estava também convencido de que o liberalismo estava tendo sucesso não por causa da sua melhor erudição, mas precisamente porque a liderança protestante estava vendendo barato o seu capital intelectual em troca do sentimentalismo. Ao ser questionado se era "fundamentalista", Machen preferiu o rótulo descritivo de "Reformado". A sua identificação profunda não foi somente com os mais altos c'nones da erudição; Machen não foi, também, dispensacionalista, que era a visão teológica que, nos últimos dias, dominou o movimento fundamentalista. -- DR. MICHAEL HORTON Professor de teologia sistemática e apologética Seminário Teológico de Westminster, PA
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