De m?os postas na cabe?a de sua ovelha, o homem olha, tenta n?o olhar, mas olha e na cor negra dos olhos da v?tima, o
reflexo do verdadeiro merecedor daquele mart?rio, ele mesmo, o pr?prio homem, o verdadeiro culpado, o pecador.
A dor desse momento n?o ? pequena; e n?o deveria ser mesmo, pois o pecado n?o pode acontecer novamente; ningu?m mais pode morrer em seu lugar. O pecador deveria ser o ?nico a morrer, mas n?o ? assim. Uma alma pecadora n?o serve para remir outra, nem que seja ela mesma. ? a Lei!
Eis que todas as almas s?o minhas; como a alma do pai, tamb?m a alma do filho ? minha; a alma que pecar, essa morrer?.. A alma que pecar, essa morrer?; o filho n?o levar? a maldade do pai, nem o pai levar? a maldade do filho; a justi?a do justo ficar? sobre ele, e a impiedade do ?mpio cair? sobre ele - Ez 18.4 e 20