Em algum lugar, longe dos lugares sem centro, algu m fez algo diferente.
N o foi pior. N o foi melhor.
Foi simplesmente... diferente.
O corpo dele n o se rebelou.
N o houve sinal interno de erro. N o houve dor.
E, pela primeira vez, isso n o era um bom sinal.
Mais tarde, algu m chamaria este ponto de Octavian.
N o um lugar. N o uma pessoa.
Mas uma posi o de absoluto Zugzwang -
uma armadilha metaf sica onde cada movimento poss vel apenas piora a posi o e,
no entanto, a recusa em se mover imposs vel.
Bem-vindo.