G acredita que curou a humanidade do seu maior defeito, o livre arb trio.
Do topo do Encephalon, a sua fortaleza de vidro e ouro, ele vigia um mundo onde a obedi ncia absoluta e o sil ncio lei. Para ele, a simetria a nica forma de justi a e o caos uma doen a que foi erradicada.
Mas nas funda es da torre, a quil metros de profundidade, a terra come a a reclamar o que seu.
Um batimento card aco, surdo e colossal, faz tremer a estrutura imaculada do seu reinado. N o uma falha t cnica. o despertar de uma for a antiga que a ci ncia n o consegue explicar e que a magia n o consegue calar.
medida que o vidro estala e as sombras se alongam, G descobre o horror da sua verdadeira posi o. Ele nunca foi o arquiteto do destino. Foi apenas o carcereiro de algo que est prestes a quebrar as correntes.