"Se vires fogo na floresta," disseram-lhe. "Viras costas. Corres."
Mas ela n o correu. Olhou mais de perto. E algo olhou de volta.
A Dan a da Serpente n o uma hist ria de princesas. um ritual em forma de f bula. Um feiti o que arde na pele.
Uma jovem destru da. Uma floresta que ouve. Uma serpente antiga que dan a com a f ria de quem nunca se esqueceu.
Escrita em prosa po tica, com ritmo de encantamento e dentes de vingan a, esta uma leitura curta mas incandescente - para quem procura beleza sombria, dor transformada, e fogo onde antes s havia sil ncio.
N o s uma hist ria. uma oferenda. Uma cicatriz. Um renascimento.